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posts em: Edmir Carvalho Bezerra

Aqui na aldeia, só eu e minha mãe lebramos que o Ararepó ainda exite. Ela sempre fala – Kainã! não vai visitar Ararepó de mão abanando! Ararepó tá muito velho! não dá mais conta de arrancar uma macaxeira ou flechar um peixe!
Que esta memória não seja apagada (como acontece com certa frequência neste país desmemoriado).
a igreja reflete seu relógio e sua cruz o mar e os amantes estão distantes agora as feras são animais mansos o corvo não traz mau presságio
As flores Molhadas de chuva Não existiam. Também, não havia luz Dentro da chuva E a chuva não caía…
Há livros que a gente lê. E há livros que a gente atravessa. “MALEGA Não foi desta vez”, de Marilda Martins, é desses que não se contentam em ficar nas páginas.
e cada um dos filhos e filhas pegar o quinhão de terra que lhes era devido. Assim, acabariam com tanta briga e inimizade entre a família por conta da herança.
na rua da mulher sem cabeça a cabeleira afro-caribenha mistério erótico na tela de Manet
Quando casou, início de vida a dois, sua moradia era simples, apartamento pequeno, alugado, tinha um único banheiro. Era um prédio antigo, não havia lavabo. Guardou as toalhinhas