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posts em: Contos

A avó Quiroza pousou na varanda o embrulho de capulana que trazia da sua longa viagem da Ilha de Idugo
Aqui na aldeia, só eu e minha mãe lebramos que o Ararepó ainda exite. Ela sempre fala – Kainã! não vai visitar Ararepó de mão abanando! Ararepó tá muito velho! não dá mais conta de arrancar uma macaxeira ou flechar um peixe!
e cada um dos filhos e filhas pegar o quinhão de terra que lhes era devido. Assim, acabariam com tanta briga e inimizade entre a família por conta da herança.
Quando casou, início de vida a dois, sua moradia era simples, apartamento pequeno, alugado, tinha um único banheiro. Era um prédio antigo, não havia lavabo. Guardou as toalhinhas
O pato marrecas é um animal que alega-se de viver das políticas públicas democráticas na gestão das coisas públicas.
Ela ficava sentada, esparramada em uma cadeira velha, na calçada, em frente à casa, dona do lugar. Uma imperatriz ciente de seu poder.
Dona Judith, que tinha engravidado “acidentalmente” de Prosperino, primeiramente pensou em abortar, mas por ela estar nutrida de princípios religiosos,
Francisco ofega no escuro, se bate, se segura como pode. O pai o ajuda na subida dos cinco degraus da escada de madeira puída. A vida vai desaparecendo, o desespero do pai se agiganta.