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posts em: Crônicas

Se acho muitas coisas, também perco outras. Na minha caminhada de sábado, madrugada ainda, algo reluzente apareceu na calçada.
O macaco Chimpanzé é filho de operários e camponeses. Os seus progenitores são homens que eram reconhecidos nas suas obras de conquista de uma nação
Sempre que passo diante de uma tv e ouço um artista da área de música, me espanto com meu completo desconhecimento.
Achei uma moeda de cinco cruzados sobre a escrivaninha do Cafofo. Guardei. Dia desses, encontrei outras coisas: dois dados.
Não faltam na literatura paradigmas do que foi o Natal vívido: a Missa do Galo, de Machado, e sua divina descoberta do mundo; a hipocrisia burguesa no Peru de Natal, de Mário de Andrade;
Santos, nesga, naco mítico emprestado do mar, belo mar selvagem cantado por seu maior poeta, Vicente de Carvalho.
Pronto: dezembro chegou. O ano de 2025 se despede pela janela como quem recolhe as últimas luzes da tarde, e 2026 já acena com nova eleição para Presidente da República.
Você tinha acabado de sair quando um homem se aproximou sorrindo e me deu essa flor linda e louca, com os dois passarinhos e o amor do Nelson.