Homenagem do Ver-O-Poema a Zuenir Ventura (1931–2026), jornalista, cronista e imortal da ABL, autor de “1968 – O ano que não terminou” e “Cidade Partida”. Com trechos de duas de suas crônicas no GLOBO.
Não faltam na literatura paradigmas do que foi o Natal vívido: a Missa do Galo, de Machado, e sua divina descoberta do mundo; a hipocrisia burguesa no Peru de Natal, de Mário de Andrade;
Pronto: dezembro chegou. O ano de 2025 se despede pela janela como quem recolhe as últimas luzes da tarde, e 2026 já acena com nova eleição para Presidente da República.