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posts em: Crônicas

Era uma vez um menino que nasceu cego para as coisas da terra. Só via o mar e o que nele havia.
Semana arrastada, dessas em que o feriado picota a sequência dos dias a que estamos acostumados.
O primeiro-ministro alemão festejou dar o fora de Belém, embora tenha passado poucos dias aqui. No entanto, o verão alemão mata e o daqui, não.
“Você escreve como quem passa o pente nos cabelos compridos e lisos…
A capoeira é dança? Luta ou simulação da luta? Ritual, saber do gesto, poética do instante irrepetível do tato e contato?
Mulher de beleza estonteante, casada com a maior fortuna da Áustria, atriz mais controversa do cinema germânico…
Os sapos são noturnos. Saem para conversar com a lua, contar estrelas, ouvir o céu escuro, cantar baixinho. Alguns perderam suas vergonhas e se amam à vista de todos.
Mordi a isca. Caminhando pelas calçadas do Gonzaga, em Santos, tarde-noite de uma terça-feira, antes de comer o pastel da japonesa, fui à Martins Fontes, …