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posts em: Poesia

À sombra da Via-Láctea contemplo o belo, a estelar clareza do mistério, a se estender num véu leve – plumas
Às vezes eu quero chorar Mas o dia nasce e eu esqueço Meus olhos se escondem Onde explodem paixões…
As valsas são velhas rosas loucas de orvalho girando no jardim do orgulho as pétalas vertiginosas
Quando tento escutar o tempo que está adiante e mesmo antes de todo o tempo, o futuro faz silêncio absoluto.
O recital foi realizado em homenagem a Celso de Alencar, definido por Cláudio Daniel como um “poeta maldito contemporâneo”, herdeiro da linhagem provocadora de nomes como Hilda Hilst e Roberto Piva.
e gostamos da chuva e gostamos do fogo e devemos à terra a segura gravitação no ar que respiramos desde a longínqua solidificação da carne