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posts em: Poesia

Amou–me como guerreira. —Militante. Amou–me com um amor eterno e brilhante. Amou–me apaixonada, num instante.
Quando soltei os camelos, já não havia deserto.
Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
A tarde tece um jazz, um sol, um coral. Avança o céu azul-turquesa-espuma.
Os poemas nascem úmidos, vêm de sementes de patuá regadas em terra fértil de memórias. Riem e choram de saudade
Arrefeceu-se a palavra – A obrigação era calar Para jamais muito irritar O macho, dono da lavra.
Ah, as palavras! esses entes em constante ebulição elas que tudo podem são como deusas que se divertem