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posts em: Poesia

O poeta viaja no dorso de uma borboleta negra, desatenta Vai, sem boca, à Roma
Era de noite quando eu bati à tua porta e na escuridão da tua casa tu vieste abrir e não me conheceste.
O homem por sobre quem caiu a praga Da tristeza do Mundo, o homem que é triste Para todos os séculos existe
uma poderosa denúncia social e política, carregada de metáforas e crítica contundente à corrupção
sim, em Rabat o mar também é azul como aquele anil, de outro poema, dissolvido na água.
Para atravessar contigo o deserto do mundo Para enfrentarmos juntos o terror da morte Para ver a verdade para perder o medo
O crítico Fábio Lucas, em artigo na Revista Cult, descreve Magma como “diamantes entre cascalhos”