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posts em: Crônicas

Não faltam na literatura paradigmas do que foi o Natal vívido: a Missa do Galo, de Machado, e sua divina descoberta do mundo; a hipocrisia burguesa no Peru de Natal, de Mário de Andrade;
Santos, nesga, naco mítico emprestado do mar, belo mar selvagem cantado por seu maior poeta, Vicente de Carvalho.
Pronto: dezembro chegou. O ano de 2025 se despede pela janela como quem recolhe as últimas luzes da tarde, e 2026 já acena com nova eleição para Presidente da República.
Você tinha acabado de sair quando um homem se aproximou sorrindo e me deu essa flor linda e louca, com os dois passarinhos e o amor do Nelson.
Era uma vez um menino que nasceu cego para as coisas da terra. Só via o mar e o que nele havia.
Semana arrastada, dessas em que o feriado picota a sequência dos dias a que estamos acostumados.
O primeiro-ministro alemão festejou dar o fora de Belém, embora tenha passado poucos dias aqui. No entanto, o verão alemão mata e o daqui, não.
“Você escreve como quem passa o pente nos cabelos compridos e lisos…