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posts em: Carlos Pessoa Rosa

Tem no rosto o peso da profissão e da maquiagem, no corpo, o cheiro de uma essência vagabunda. Leva-me a uma das mesas vazias, o verniz gasto como o sexo dela
o corpo frio representação no espaço não dança não canta, é silêncio é corpo-morto
para quem acena a jovem? não vejo viva alma, nem mesmo sombra na direção do aceno. talvez seja eu o cego a não ver o futuro.