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Madame Jeanne. Sim. Dois enes. É assim que quero que me chame. Essa carteira é antiga. Sim. Eu sei. Eu fui essa Janalice. Já até me esqueci. Isso, isso aí.
Ela subiu sem pressa a tortuosa ladeira. À medida que avançava, as casas iam rareando, modestas casas espalhadas sem simetria e ilhadas em terrenos baldios.
Iniciava uma noite com um vento agradável; havia calma nas luzes de cada morada. Aos poucos foram se apagando. O sabiá trouxe o princípio antes e iniciou um canto-saudade.
Os primeiros meninos que viram o volume escuro e silencioso que se aproximava pelo mar imaginaram que era um barco inimigo.
Era uma vez um menino que nasceu cego para as coisas da terra. Só via o mar e o que nele havia.
Haveria de o ver evaporar jarro a jarro, o tamanho de um menino pequeno, até ao infinito. Amaria e culparia o mar até ao infinito.
Ela disse que dançaria comigo se eu lhe trouxesse rosas vermelhas”, exclamou o jovem Estudante, “mas em todo o meu jardim não há nenhuma rosa vermelha.
Afundou suavemente os lábios na xícara de capuccino ganhando um bigode de chantili. Muito bom! Disse sorrindo.