Não faltam na literatura paradigmas do que foi o Natal vívido: a Missa do Galo, de Machado, e sua divina descoberta do mundo; a hipocrisia burguesa no Peru de Natal, de Mário de Andrade;
O que pode a poesia diante do tempo e da memória? O que pode a poesia diante do espanto da Vida de uma vida e do Tempo de todos os tempos que sempre nos encontra em algum lugar anywhere out of the world?