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posts em: crônica

Dormir num banco de praça pública de uma cidade. Ter como travesseiro um saco preto para apoiar a cabeça e nenhuma coberta para o resto do corpo.
Homenagem do Ver-O-Poema a Zuenir Ventura (1931–2026), jornalista, cronista e imortal da ABL, autor de “1968 – O ano que não terminou” e “Cidade Partida”. Com trechos de duas de suas crônicas no GLOBO.
Se acho muitas coisas, também perco outras. Na minha caminhada de sábado, madrugada ainda, algo reluzente apareceu na calçada.
O macaco Chimpanzé é filho de operários e camponeses. Os seus progenitores são homens que eram reconhecidos nas suas obras de conquista de uma nação
Sempre que passo diante de uma tv e ouço um artista da área de música, me espanto com meu completo desconhecimento.
Achei uma moeda de cinco cruzados sobre a escrivaninha do Cafofo. Guardei. Dia desses, encontrei outras coisas: dois dados.
Pronto: dezembro chegou. O ano de 2025 se despede pela janela como quem recolhe as últimas luzes da tarde, e 2026 já acena com nova eleição para Presidente da República.
Era uma vez um menino que nasceu cego para as coisas da terra. Só via o mar e o que nele havia.