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posts em: literatura amazônica

O primeiro-ministro alemão festejou dar o fora de Belém, embora tenha passado poucos dias aqui. No entanto, o verão alemão mata e o daqui, não.
Segue adiante como quem mastiga pedras para lembrar que existe mandíbula e que a dor ainda responde pelo seu nome.
Disparo ao fundo desse alvo escuro Chispas de tédio e solidão. Disparo. E a noite, desbotando-se nos astros, Zomba do meu notável despreparo.