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posts em: literatura brasileira

Em “Ter ou não ter”, Luís Fernando Verissimo transforma o tempo em ironia: a vida é a travessia entre ainda não ter idade e não ter mais idade.
Cada canoa, de longe, vai parecer igualzinha a minha e toda fala e riso no silêncio, vai parecer que é o meu irmão voltando na nossa canoa
Queria ter mais forças, aquela de menino, para enfrentar as adversidades da vida. Quando jovens, não havia o que nos amedrontasse.
minha mão esquerda deslizava pela coluna dela e eu respondi: “tem asas nascendo nas tuas costas também”
eu vos apresento o meu lado sol de noite cômodo de dia ardo de súbito sumo rápido voraz
A camisola bordada Inacabada dou-te se Vens buscar teu Pássaro Arranca-Coração
Sou puxada por ventos e palavras O melhor dos ventos a melhor das palavras