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posts em: literatura contemporânea

Canta uma canção que eu ainda não conheça. Inventa uma história para que ela aconteça.
um rio é entre o peso e as margens bicho que acena sua morte entre as grades pelos musgos lamas caranguejos paisagens
À sombra da Via-Láctea contemplo o belo, a estelar clareza do mistério, a se estender num véu leve – plumas
às vezes eu bebo tequila com gasolina cravo 3 ou 4 ampolas no borogodó das tripas e deslizo suave na nave
Sou aquela menina da segunda carteira na primeira fila da escola, a que tem uma trança castanha e usa uns óculos grandes que na verdade me ajudam a ver melhor as coisas pequenas. Como as letras.
Haveria de o ver evaporar jarro a jarro, o tamanho de um menino pequeno, até ao infinito. Amaria e culparia o mar até ao infinito.
Porque aparecem como alazões de crinas douradas atraindo o olhar de amazonas ávidas, acreditamos neles.