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posts em: Poesia Contemporânea

se fosse para falar sobre as galinhas diria que são como o céu de teerã e se fosse para revisar meu pensamento a respeito diria que uma parte do céu desabou sobre as pessoas
Neste post, reunimos dois poemas de Carlos Pessoa Rosa em que a poesia contemporânea dialoga com crítica social e imaginação lírica
Ando feito estátua (não preciso mover as pernas) : decido velocidade e direção a seguir no percurso tento ensinar todo mundo (isso que só eu sei)
A pergunta atravessa séculos, escolas, gerações e modos de escrever. Ainda assim, permanece aberta.
Se as carroças com rodas de ferro tivessem atravessado as muralhas eu teria lido a carta.
Madame Jeanne. Sim. Dois enes. É assim que quero que me chame. Essa carteira é antiga. Sim. Eu sei. Eu fui essa Janalice. Já até me esqueci. Isso, isso aí.
As valsas são velhas rosas loucas de orvalho girando no jardim do orgulho as pétalas vertiginosas