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posts em: Poeta

As valsas são velhas rosas loucas de orvalho girando no jardim do orgulho as pétalas vertiginosas
Segue adiante como quem mastiga pedras para lembrar que existe mandíbula e que a dor ainda responde pelo seu nome.
Aquele insurgente berro vindo das bandas californianas do Pacífico fecundou o sangue anunciador dos teus fachos
Compartilho com os leitores e leitoras do Ver-o-Poema, uma criação chamada Travessias: viagem imagética na Vila de Jenipapo.
Confissão – esperando pela morte como um gato que vai pular na cama sinto muita pena de minha mulher
purifica-me com os teus pecados e pensamentos de aromas inebriantes purifica-me
rata-se de um pulsante livro de poemas, uma construção lírica que respira entre a falência existencial e o epifânico amoroso.
A poeta, romancista e historiadora angolana Ana Paula Tavares, que recebeu o Prêmio Camões neste ano, nasceu em 1952, em Lubango,