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posts em: poeta no Ver-O-Poema

Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
Os poemas nascem úmidos, vêm de sementes de patuá regadas em terra fértil de memórias. Riem e choram de saudade
Aquele insurgente berro vindo das bandas californianas do Pacífico fecundou o sangue anunciador dos teus fachos
Poesia em vídeo – ali da ponta do bigode de Dalí eu vi minha carranca na proa
a faca não corta o fogo, não me corta o sangue escrito, não corta a água,
Compartilho com os leitores e leitoras do Ver-o-Poema, uma criação chamada Travessias: viagem imagética na Vila de Jenipapo.
Confissão – esperando pela morte como um gato que vai pular na cama sinto muita pena de minha mulher