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posts em: poeta no Ver-O-Poema

Seu silêncio mineral olha o relógio do espelho, os instrumentos mortos sobre o console, parecem destroços de uma tempestade.
a igreja reflete seu relógio e sua cruz o mar e os amantes estão distantes agora as feras são animais mansos o corvo não traz mau presságio
As flores Molhadas de chuva Não existiam. Também, não havia luz Dentro da chuva E a chuva não caía…
e cada um dos filhos e filhas pegar o quinhão de terra que lhes era devido. Assim, acabariam com tanta briga e inimizade entre a família por conta da herança.
na rua da mulher sem cabeça a cabeleira afro-caribenha mistério erótico na tela de Manet
Quando casou, início de vida a dois, sua moradia era simples, apartamento pequeno, alugado, tinha um único banheiro. Era um prédio antigo, não havia lavabo. Guardou as toalhinhas
A poesia não precisa de efeitos especiais. Ela transforma o cotidiano em encantamento com o que tem de mais sofisticado, a simplicidade: Uma folha caída, um copo de água, o silêncio entre duas batidas do coração.
Entre folhas de livros, tantas, e outras tantas folhas de plantas, a mão do artista e a mão do mistério buscam um acordo