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Homenagem do Ver-O-Poema a Zuenir Ventura (1931–2026), jornalista, cronista e imortal da ABL, autor de “1968 – O ano que não terminou” e “Cidade Partida”. Com trechos de duas de suas crônicas no GLOBO.
um rio é entre o peso e as margens bicho que acena sua morte entre as grades pelos musgos lamas caranguejos paisagens
Pirataria em pleno ar. A faca nas costelas da aeromoça. Flocos despencando pelos cantos
Sou apenas um sujeito que escuta algumas vezes, que outras não escuta, e vai passando. Naquele dia escutei, certamente porque era a amiga quem falava,