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posts em: Ver-O-Poema

O carvão, neste corpo de menino misturado de pedra e aguardente É missão onde fica, tão mofino quando morre da vida, de repente
Não toques nos objetos imediatos. A harmonia queima. Por mais leve que seja um bule ou uma chávena, são loucos todos os objetos.
A capoeira é dança? Luta ou simulação da luta? Ritual, saber do gesto, poética do instante irrepetível do tato e contato?
Vem comigo África de calças de fantasia desçamos à rua e dancemos a dança fatigante dos homens o batuque simples das lavadeiras
Esta é uma história que não quero contar, uma pequena história sem fatos, espessa como um mênstruo, que não pretendo assumir.
Não há mais como voltar à Ítaca, perdida em um labirinto de ilhas nas águas do Jônico ou do Guajará.
Mulher de beleza estonteante, casada com a maior fortuna da Áustria, atriz mais controversa do cinema germânico…