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posts em: Ver-O-Poema

O recital foi realizado em homenagem a Celso de Alencar, definido por Cláudio Daniel como um “poeta maldito contemporâneo”, herdeiro da linhagem provocadora de nomes como Hilda Hilst e Roberto Piva.
e gostamos da chuva e gostamos do fogo e devemos à terra a segura gravitação no ar que respiramos desde a longínqua solidificação da carne
Não faltam na literatura paradigmas do que foi o Natal vívido: a Missa do Galo, de Machado, e sua divina descoberta do mundo; a hipocrisia burguesa no Peru de Natal, de Mário de Andrade;
A caixinha de música embalava o móbile de peixinhos acima do berço, lançando notas de ninar sobre duendes e fadinhas que compunham a decoração do quarto de Maíra
Saturno, após destronar sangrentamente o próprio pai, era agora senhor de todo o Universo.
você me dá o silêncio da véspera quando o tempo era a fortaleza e desconversa os problemas de sempre e mutante muda a minha linguagem
Numa era muito antiga — tão antiga que antes dela só havia o caos — o mundo era governado pelo Céu, filho da Terra. Um dia, este, unindo-se à própria mãe
Meu amor venho em carta aberta, dizer o seguinte: de ti vi nascer a paz!