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Santos, nesga, naco mítico emprestado do mar, belo mar selvagem cantado por seu maior poeta, Vicente de Carvalho.
Chora de manso e no íntimo… Procura Curtir sem queixa o mal que te crucia: O mundo é sem piedade e até riria Da tua inconsolável amargura.
doce e tranquila talvez por isso às vezes penso que te conheço desde sempre que posso dialogar
Ai, voz antiga de meu amor, ai, voz de minha verdade, ai, voz de meu flanco aberto, quando todas as rosas manavam de minha língua
“Com a publicação desse livro, é lícito afirmar que a voz característica do poeta se consolida de forma flagrante…
Ouvi dizer que na água há uma pedra e um círculo e sobre a água uma palavra, que põe o círculo em volta da pedra. Eu vi meu álamo descer até a água,
A utopia de uma vida digna para todos, que ele perseguiu na poesia e no deserto, permanece como seu verso mais urgente, ecoando da Comuna de Paris ao Brasil de hoje