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posts em: Ver-O-Poema

Os primeiros meninos que viram o volume escuro e silencioso que se aproximava pelo mar imaginaram que era um barco inimigo.
Pirataria em pleno ar. A faca nas costelas da aeromoça. Flocos despencando pelos cantos
As cigarras começaram de novo, brutas e brutas. Nem um pouco delicadas as cigarras são.
Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria
Santos, nesga, naco mítico emprestado do mar, belo mar selvagem cantado por seu maior poeta, Vicente de Carvalho.
Chora de manso e no íntimo… Procura Curtir sem queixa o mal que te crucia: O mundo é sem piedade e até riria Da tua inconsolável amargura.
doce e tranquila talvez por isso às vezes penso que te conheço desde sempre que posso dialogar