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Recital Celso de Alencar
Laboratório de Criação Poética — Coordenação Cláudio Daniel
O recital foi realizado em homenagem a Celso de Alencar, definido por Cláudio Daniel como um “poeta maldito contemporâneo”, herdeiro da linhagem provocadora de nomes como Hilda Hilst e Roberto Piva.
A obra de Celso é caracterizada por uma linguagem ousada, temática forte, erotismo e uma estética que busca impactar o leitor. Durante o evento, foram destacados livros como Os Pássaros Agora Estão Dormindo, Testamentos e a plaquete Sete.
Vozes e Versos
Silvia Pereira
“As do Jardim da Luz”
Antônio Mariano
“No inverno de 1977” e “As 111 picas”
Celso de Alencar
“Elizabeth”
Cláudio Daniel
“Salve Salve” (Fragmento Parte V)
Contador Borges
“O Primeiro Inferno” (I, II e III)
Dulcideia Ribeiro
“A Dor”
Edelson Nagues
“Poema Dois”
Fabiano Fernandes Garcez
“O Cortador de Cana”
Iolanda Costa
“Os filhos nefastos de Mário Brito”
Jorge Amâncio
“As Mãos”
Luiz Perdiz
“Haverá um dia”
Márcia Tigani
“Lid” e “New Port”
Nara Fontes
“O Coração dos Outros”
Noélia Ribeiro
“Era Tempo de Guerra”
Tanussi Cardoso
“Fragmento 21 de O Primeiro Inferno”
O encontro celebrou a densidade e a “lírica contundente” de Celso de Alencar, encerrando o ciclo de atividades do Laboratório de Criação Poética, no ano de 2025.
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