Dois poemas de Carlos Pessoa Rosa: Galo e Estrelas
Neste post, reunimos dois poemas de Carlos Pessoa Rosa em que a poesia contemporânea dialoga com crítica social e imaginação lírica

Wilson Guanais, Bastos-SP, 1972, mais de 20 livros publicados e participação em 180 Antologias. Entre outros, os mais recentes: Em Noites de Sol – Penalux , De Sonho e de Lama – Penalux, A Casca da Casca (ou o Lado de dentro) – Penalux, Em Branco Silêncio – Penalux, O Aço, o Ninho e Outras Fragilidades – Penalux , Multi Míni Versos – Paranauê, Cantando para surdos – CBJE
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Neste post, reunimos dois poemas de Carlos Pessoa Rosa em que a poesia contemporânea dialoga com crítica social e imaginação lírica
Ando feito estátua (não preciso
mover as pernas) : decido velocidade
e direção a seguir no percurso tento
ensinar todo mundo (isso que só eu sei)
Escrita Implacável: organize suas ideias, domine seu texto e escreva com clareza e autoridade.
A pergunta atravessa séculos, escolas, gerações e modos de escrever. Ainda assim, permanece aberta.
Livro, memória e escrita — múltiplas vozes em convivência. Poetas, escritoras e escritores no Ver-O-Poema O Ver-O-Poema nasceu do desejo
Se as carroças com rodas de ferro
tivessem atravessado as muralhas
eu teria lido a carta.
Achei uma moeda de cinco cruzados sobre a escrivaninha do Cafofo. Guardei. Dia desses, encontrei outras coisas: dois dados.
Escrever um poema é mais do que organizar versos; é capturar o invisível e dar voz ao silêncio. Como nasce a poesia?