A História do Macaco Chimpanzé
O macaco Chimpanzé é filho de operários e camponeses. Os seus progenitores são homens que eram reconhecidos nas suas obras de conquista de uma nação para o bem-estar e servir o povo daquela nação a que eles pertencem.
Um certo dia, um dos seus progenitores morre, portanto, começa a enfrentar dificuldades sobre as suas pertenças, seus Direitos consagrados naquela pátria. A sua progenitora é tão velha e não tem um parentesco que foi a escola e nem tem irmãos, todos os seus irmãos perderam a vida e infelizmente ficou sozinho a cuidar de órfãos filhos de falecidos seus irmãos. Portanto, o macaco chimpanzé não tinha onde, como e o que fazer para dar continuidade à felicidade de sua família.
Ele era um professor de ensino básico. Não conseguira explicar os porquês a sua nação não tinha sentimentos aquando tentava violar e perturbar os seus Direitos consagrados naquela pátria amada por parte de algumas entidades que faziam o uso abusivo do seu poder utilizando o nome do Estado sem se comprometer para servir o povo, mas sim só para violar e perturbar a população organizando a desorganização no seio da sociedade, impedindo o seu futuro construído pelos imensos sacrifícios de guerras e lutas sem limites, duras e longas que a pátria deparou.
O macaco chimpanzé expôs o caso para os chefes de zonas, secretários de zonas e gerais, líderes régulos e mwenes. Portanto, ninguém mostrava sentimentos para fazer assistência aos factos violentos. O macaco chimpanzé não parou, expôs os seus factos em todos os cantos ou gabinetes daquela nação designada Estado de Direito Fundamental Democrático. Ninguém mostrou vontade de dar assistência nesses conflitos violentos. Quando viu o silêncio da nação, começou a passar mal entusiasmado e preocupado com os seus Direitos violados, todavia consagrados na Constituição e nos demais documentos normativos daquela pátria amada.
Nos seus todos os tempos momentâneos, perguntava-se quem podia ficar a contar a história dos seus progenitores e quem daria continuidade ao plano dos seus progenitores construído por eles para o tal Macaco como herdeiro decidir os seus destinos.
Todas as instâncias passaram, porém ninguém se preocupava em fazer assistências contra essas ações inadmissíveis; será que as leis não são bem interpretadas? Será que tem pessoas específicas para o uso daquela nação? Essas foram as questões do macaco chimpanzé, também continuou dizendo o que agora ficou é a minha morte, uma vez que a viúva é tão velha e não sabe discernir quem pode ficar a cuidar da agenda do tal futuro construído para aquele Estado designado nação! E assim o macaco Chimpanzé ficou sem assistência das autoridades administrativas e judiciais? Qual é a sua função e objetivo das instituições daquela nação! E ainda o tal Macaco Chimpazé ainda interrogava-se por que está sendo discriminado, parece que não merece fazer existir o que os seus progenitores fizeram existir!! Foi assim que não consegue e nem conseguiu compreender e entender o plano daquela nação para as suas comunidades! Visto que as leis existem que defendem e condenam todo o mal e o bem respectivamente das ações cont e prós dos animais daquela nação, mas não se fazem valer e nem se aplicam devidamente para defender a sociedade nas zonas daquela nação.
O macaco Chimpazé ainda se questiona, como é que um país que é designado Estado, não dá assistência ao seu povo, às suas comunidades, e ao mesmo tempo é chamado uma nação?
Até então, o Macaco Chimpazé não aceita que está inserido em uma nação por não se considerarem os Princípios da Legalidade e Direitos Fundamentais! Duma forma paradigmática e equitativa por estar inserido em um país onde não existe a democracia, mas sim a kilocracia e sofricracia, pobrecracia e litigiocracias em todas as instituições.
Adaptado pelo Cogitador Moçambicano.
Analista e Pesquisador Político: Marcelino Roque Munine
- A História do Macaco Chimpanzé – por Marcelino Roque Munine
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