A dança
Deixei as nuvens moverem meu corpo
Até um milhão de brisas dançarem
sobre as rosas
Borboletas fogem da realidade do sonho
Me entrego fragmentada às horas misteriosas
Vestida de Poesia vejo a tarde caindo
Ao som das aves procurando ninho
Vejo um novo céu que ora busca a lua
Ora dança com o infinito.
“Hierofania” – Poema inédito de Flávio Viegas Amoreira
Não te culpe por toda culpa , sem encontrar preciso o soar de algum lamento, guarde-a para o sem vintém das penas

Muito feliz por ver meu poema com a sua interpretação e vídeo. Gratidão sempre, poeta Edmir.