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posts em: Edmir Carvalho Bezerra

As aldeias que outrora pulsavam com o ritmo dos mercados e das vozes das crianças agora repousam em ruínas.
A tarde tece um jazz, um sol, um coral. Avança o céu azul-turquesa-espuma.
Os poemas nascem úmidos, vêm de sementes de patuá regadas em terra fértil de memórias. Riem e choram de saudade
Arrefeceu-se a palavra – A obrigação era calar Para jamais muito irritar O macho, dono da lavra.
Ah, as palavras! esses entes em constante ebulição elas que tudo podem são como deusas que se divertem
Antes de qualquer coisa, meus amigos…, isso é tudo resistência. “Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio”, como diria Adriana Calcanhotto.