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posts em: Edmir Carvalho Bezerra

“Que a dúvida não me sirva de algema, que o sentimento não seja desvio, que os meus olhos jamais deixem de ver o sonho da razão
As manchas não apontarão meu reino, mas, minha ruína,e é ruim na hora de ir… olhar ruir…
estufando o peitinho de penas marrons, soltou seu canto, ainda desafinado pela pouca idade.
Trazendo a prosa completa de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski (1821-1881) na comemoração dos 200 anos de seu nascimento, esta coleção reúne 24 volumes, do primeiro romance do autor, Gente pobre (1846), ao último
Benjamim, que brilho é este em teus olhos onde transparecem vida e solidão? Que choro é este teu, de mel amargo, às vezes, num dia somente teu?
Tenho grande apreço pelos poetas das palavras. Sou leitor habitual de poemas. Tenho o privilégio de, tantas vezes, experimentar a companhia de poetas juntamente com minhas pinturas, meus desenhos, minhas esculturas e minhas gravuras.
Já não sou mais eu Estou enfeitiçada, e agora o que fazer?
Nunca fui senão uma criança que brincava. Fui gentio como o sol e a água,