Não faltam na literatura paradigmas do que foi o Natal vívido: a Missa do Galo, de Machado, e sua divina descoberta do mundo; a hipocrisia burguesa no Peru de Natal, de Mário de Andrade;
Sem personalismo, Marina encarna o que nos resta de mobilização holística, acima dos sectarismos. Gaia só une! A nós, homens partidos num chão dilacerado.
Um cinzento sábado típico de São Paulo, numa soturna primavera. Mais um shabat para o jornalista, cineasta, intelectual, humanista pleno Vladimir Herzog. Seria seu último.