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Publicações: 441
posts em: literatura paraense
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Celso de Alencar
Poesia
FUGA – Poema de Celso de Alencar [aos irmãos do Pará]
Se as carroças com rodas de ferro tivessem atravessado as muralhas eu teria lido a carta.
Edyr Augusto Proença
Contos
Madame Jeanne | Edyr Augusto Proença
Madame Jeanne. Sim. Dois enes. É assim que quero que me chame. Essa carteira é antiga. Sim. Eu sei. Eu fui essa Janalice. Já até me esqueci. Isso, isso aí.
Carlos Pessoa Rosa
Contos
Um lenço vermelho & Tortura — dois contos poéticos de Carlos Pessoa Rosa
para quem acena a jovem? não vejo viva alma, nem mesmo sombra na direção do aceno. talvez seja eu o cego a não ver o futuro.
Edmir Carvalho Bezerra
Poesia
Ruínas — Poema de Edmir Carvalho Bezerra | Ver-O-Poema
Seiscentas caravelas cruzam o meu coração em ruínas. Dia e noite procuro o aroma da tua juventude
Pedro.Preto
Poesia
Travessias: Viagem imagética na Vila de Jenipapo – em 20 poemas de Pedro.Preto
Compartilho com os leitores e leitoras do Ver-o-Poema, uma criação chamada Travessias: viagem imagética na Vila de Jenipapo.
Edyr Augusto Proença
Crônicas
Tarrindequê – Uma crônica impecável de Edyr Augusto Proença
São dessas cenas que surgem à nossa frente, de repente, fugazes e vamos pensando no que vimos e descobrindo razões, ou não do comportamento humano.