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posts em: literatura paraense

Se as carroças com rodas de ferro tivessem atravessado as muralhas eu teria lido a carta.
Madame Jeanne. Sim. Dois enes. É assim que quero que me chame. Essa carteira é antiga. Sim. Eu sei. Eu fui essa Janalice. Já até me esqueci. Isso, isso aí.
para quem acena a jovem? não vejo viva alma, nem mesmo sombra na direção do aceno. talvez seja eu o cego a não ver o futuro.
Seiscentas caravelas cruzam o meu coração em ruínas. Dia e noite procuro o aroma da tua juventude
Compartilho com os leitores e leitoras do Ver-o-Poema, uma criação chamada Travessias: viagem imagética na Vila de Jenipapo.
São dessas cenas que surgem à nossa frente, de repente, fugazes e vamos pensando no que vimos e descobrindo razões, ou não do comportamento humano.