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posts em: Poesia Contemporânea

doce e tranquila talvez por isso às vezes penso que te conheço desde sempre que posso dialogar
Alguns – ou seja nem todos. Nem mesmo a maioria de todos, mas a minoria. Sem contar a escola onde é obrigatório
Depois de tanta ausência te encontro nas linhas da mais bela invenção Há sempre uma página nua à tua espera na inócua tela
Demorasse a tua mão um pouco mais sobre o meu ombro e me nasceriam asas
Depois, tudo serena em meio às cinzas e mergulhamos no sono oloroso e fundo com que os deuses presenteiam suas fênix.
Semana arrastada, dessas em que o feriado picota a sequência dos dias a que estamos acostumados.
Neste livro de poemas, Adrienne Savazoni compartilha que, como espécie, não somos os únicos a sofrer diante da vida, sem brilho nesse universo intenso e vasto, escuro que ri do infinito de nossa efemeridade.
Segue adiante como quem mastiga pedras para lembrar que existe mandíbula e que a dor ainda responde pelo seu nome.