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posts em: Ver-O-Poema

Nós somos os homens ocos Os homens empalhados Uns nos outros amparados O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Não é a primeira vez que escrevo meu nome, Renato Valenzuela, e o vejo como se fosse de outra pessoa, de alguém distante com quem perdi contato faz tempo…
Poemas de Amor, de Emily Dickinson, é uma coletânea de quarenta poemas que revelam o aspecto mais íntimo e afetivo da obra da poeta norte-americana.
Seiscentas caravelas cruzam o meu coração em ruínas. Dia e noite procuro o aroma da tua juventude
Corto os dois bicos da baguete. Antes, porém, comi o mamão com abacate. O leite, na xícara, recebe um pouco de café
Belém é o centro das reuniões, e a Amazônia, o espaço simbólico das discussões sobre clima e sustentabilidade.
O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.