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posts em: Edmir Carvalho Bezerra

Os poemas nascem úmidos, vêm de sementes de patuá regadas em terra fértil de memórias. Riem e choram de saudade
Arrefeceu-se a palavra – A obrigação era calar Para jamais muito irritar O macho, dono da lavra.
Ah, as palavras! esses entes em constante ebulição elas que tudo podem são como deusas que se divertem
Antes de qualquer coisa, meus amigos…, isso é tudo resistência. “Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio”, como diria Adriana Calcanhotto.
O poeta viaja no dorso de uma borboleta negra, desatenta Vai, sem boca, à Roma
Um cinzento sábado típico de São Paulo, numa soturna primavera. Mais um shabat para o jornalista, cineasta, intelectual, humanista pleno Vladimir Herzog. Seria seu último.
Era de noite quando eu bati à tua porta e na escuridão da tua casa tu vieste abrir e não me conheceste.
O homem por sobre quem caiu a praga Da tristeza do Mundo, o homem que é triste Para todos os séculos existe