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posts em: Crônicas

Voz, que, porém, não chega de ser a voz, Moçambique parece um país sem princípio. Toda a vida dos cidadãos é feita pelo imenso sacrifício, as criatividades, iniciativas dos Jovens são feitas sem ofício
Madrugadinha, lendo Lua do dia do Ricardo Fernandes, um piado incessante começou do lado de fora.
Penso, frente ao tédio dos dias. E se eu fosse para um hotel e me hospedasse para passar o final de semana. O Fernando deixaria de ser Fernando por dois dias.
Em “Ter ou não ter”, Luís Fernando Verissimo transforma o tempo em ironia: a vida é a travessia entre ainda não ter idade e não ter mais idade.
As fortes ondas que caracterizam a maré polissêmica das palavras no rio tantas vezes intrafegável dos sentidos. É necessário mergulhar!
Carregaram o caixão como quem carrega um dicionário de palavras extintas — só que o caixão era o próprio livro, grosso, pesado, cheirando a mofo e choro de tinta.
Queria ter mais forças, aquela de menino, para enfrentar as adversidades da vida. Quando jovens, não havia o que nos amedrontasse.