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posts em: Poesia

você me dá o silêncio da véspera quando o tempo era a fortaleza e desconversa os problemas de sempre e mutante muda a minha linguagem
Não sei dizer onde termina o meu corpo e começa a água
Os homens gritam – são as bruxas As mulheres pensam: – são os anjos As crianças dizem: – são as fadas
Meu amor venho em carta aberta, dizer o seguinte: de ti vi nascer a paz!
“Na Lua há uma fenda erótica cavada pela política”, disse um astrônomo. “Na Terra há buracos que parecem os do corpo humano”
Com o cansaço frio e a dor mansa Tenho nos olhos uma solidão crescente Há um som de palavras na distância
O sol, na areia, aquece, ó brava adormecida, O ouro da tua coma em banho langoroso, Queimando o seu incenso em tua face aguerrida
Pirataria em pleno ar. A faca nas costelas da aeromoça. Flocos despencando pelos cantos