Um cinzento sábado típico de São Paulo, numa soturna primavera. Mais um shabat para o jornalista, cineasta, intelectual, humanista pleno Vladimir Herzog. Seria seu último.
O poeta não é um pequeno deus. Não, não é um pequeno deus. Não está marcado por um destino cabalístico superior ao daqueles que exercem outros mistérios e ofícios.