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literatura

poesia

CELSO DE ALENCAR nasceu (1949) em Fortaleza. Migrou para o estado do Pará e lá viveu nas cidades de Abaetetuba e Belém. Reside na cidade de São Paulo desde 1972.
Você sabotou o voo dos besouros, eles flagelam os clarões, enquanto escorre sombra pelos cantos da sua boca
“Manoel de Barros é um “ensinador de ignorâncias.” Esse ensinador que sonhava, lá “onde as cigarras se alfabetizam de silêncios”.
Roseana Murray abre portas para o invisível. Transformam o amor, o tempo e a natureza em imagens. Um convite à escuta interior.
Como poeta, Alberto Caeiro apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos” que escreve sobre a natureza e só se importa em ver de forma objetiva e natural a realidade.
A tarde tece um jazz, um sol, um coral. Avança o céu azul-turquesa-espuma.
Percorre com teus dedos o poema que te fiz, antes que as letras despenquem das linhas que carregam minha face
havia uma casa de prostituição e nela a mulher mais bonita era a Lambretinha. Assim era conhecida.
Seleção de 30 versos autênticos de Carlos Drummond de Andrade, com links para os poemas completos e referências aos livros de origem
sim, em Rabat o mar também é azul como aquele anil, de outro poema, dissolvido na água.
Os loucos tocam piano angustiados, os loucos são ciganos tristes, os loucos fumam no guindaste amarelo
Poemas profundos de Afonso Patrício Sabão: sobre esperança, fé, saudade e luta. Uma voz que ecoa na alma africana.

prosa

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Tem no rosto o peso da profissão e da maquiagem, no corpo, o cheiro de uma essência vagabunda. Leva-me a uma das mesas vazias, o verniz gasto como o sexo dela
Aqui na aldeia, só eu e minha mãe lebramos que o Ararepó ainda exite. Ela sempre fala – Kainã! não vai visitar Ararepó de mão abanando! Ararepó tá muito velho! não dá mais conta de arrancar uma macaxeira ou flechar um peixe!
Hoje, a literatura contemporânea respira em diferentes espaços: livros digitais, clubes de leitura online, blogs literários, vídeos de resenhas
Corto os dois bicos da baguete. Antes, porém, comi o mamão com abacate. O leite, na xícara, recebe um pouco de café
O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.
Antes de qualquer coisa, meus amigos…, isso é tudo resistência. “Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio”, como diria Adriana Calcanhotto.
Eu fico latindo para Clarice e ela – que entende o significado de meus latidos – escreve o que eu lhe conto.
Era uma vez um menino que nasceu cego para as coisas da terra. Só via o mar e o que nele havia.
sim, eu falava da minha cabeça deslizando de cima do meu pescoço como um bonito jarro de cerâmica, até que não é uma imagem feia, um jarro de cerâmica com uma cabeça desenhada
Vamos ler o poema inteiro e desvendar cada linha como se fosse um segredo guardado há 180 anos: Minha terra tem palmeiras, …
Quando casou, início de vida a dois, sua moradia era simples, apartamento pequeno, alugado, tinha um único banheiro. Era um prédio antigo, não havia lavabo. Guardou as toalhinhas

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