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literatura

poesia

As manchas não apontarão meu reino, mas, minha ruína,e é ruim na hora de ir… olhar ruir…
Meu avô era tomado por leso porque de manhã dava bom-dia aos sapos…
Morro como um cavalo cego deitado na relva, descarrilado pelos saltos em abismos
Confissão – esperando pela morte como um gato que vai pular na cama sinto muita pena de minha mulher
Poemas de Amor, de Emily Dickinson, é uma coletânea de quarenta poemas que revelam o aspecto mais íntimo e afetivo da obra da poeta norte-americana.
uma poderosa denúncia social e política, carregada de metáforas e crítica contundente à corrupção
Todas as funções da alma estão perfeitas neste domingo. O tempo inunda a sala, os quadros, a fruteira.
Ser Poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
Amou–me como guerreira. —Militante. Amou–me com um amor eterno e brilhante. Amou–me apaixonada, num instante.
Algum fruto Fora da época O hábito tomado Depois da estação No clima Sem ordem
Que barulho faz a dor? O de fechar de portas? O de abrir do ventre? O de rasgar de envelope? O de selar de cimento?
Leve-me então ao improvável, à palavra muda, ao estampido tácito, ao ar ausente, leve-me

prosa

Categorias dentro de prosa
Mulher de beleza estonteante, casada com a maior fortuna da Áustria, atriz mais controversa do cinema germânico…
“Apenas a palavra liberdade ainda me exalta”. Em 1925, o desejo de romper com a civilização burguesa ocidental levou Breton a se aproximar
Afundou suavemente os lábios na xícara de capuccino ganhando um bigode de chantili. Muito bom! Disse sorrindo.
Um cinzento sábado típico de São Paulo, numa soturna primavera. Mais um shabat para o jornalista, cineasta, intelectual, humanista pleno Vladimir Herzog. Seria seu último.
Não é a primeira vez que escrevo meu nome, Renato Valenzuela, e o vejo como se fosse de outra pessoa, de alguém distante com quem perdi contato faz tempo…
A literatura brasileira é um mosaico de estilos, épocas e vozes que traduzem não apenas a evolução da arte literária, mas também a formação da nossa identidade cultural.
Há livros que se apresentam como território, outros como travessia. Satori na laje, de Edson Cruz (EditoRia, 2025), é os dois: chão e horizonte, cimento e constelação.
e cada um dos filhos e filhas pegar o quinhão de terra que lhes era devido. Assim, acabariam com tanta briga e inimizade entre a família por conta da herança.
Há livros que a gente lê. E há livros que a gente atravessa. “MALEGA Não foi desta vez”, de Marilda Martins, é desses que não se contentam em ficar nas páginas.
Iniciava uma noite com um vento agradável; havia calma nas luzes de cada morada. Aos poucos foram se apagando. O sabiá trouxe o princípio antes e iniciou um canto-saudade.
Antes de qualquer coisa, meus amigos, isso é tudo resistência. “Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio”, como diria Adriana Calcanhotto.
rata-se de um pulsante livro de poemas, uma construção lírica que respira entre a falência existencial e o epifânico amoroso.

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