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literatura

poesia

Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria
Depois de tanta ausência te encontro nas linhas da mais bela invenção Há sempre uma página nua à tua espera na inócua tela
Ao cego que não pode ver A forma das coisas em seu redor; A beleza doce duma linda flor; A Geometria divina das coisas naturais
A lavagem das pedras acerta em cheio o timo depois cai, na caixa torácica O Marumbi é um rio aéreo Pedras são pássaros cansados de voar
As valsas são velhas rosas loucas de orvalho girando no jardim do orgulho as pétalas vertiginosas
É triste a flor que desabrocha sem carinho E sem carícia do sereno da manhã… Assim nasceu, lá no sertão, minha Nanã,
Se eu fosse alguma coisa não alguém diria aos filhos de Édouard providenciem e se eles não providenciassem eu iria para a floresta dos reis magos sem galochas e sem ceroulas como um eremita
lutei 7 infinitas guerras no flanco esquerdo do velho soldado e só levei chumbo perdi todas as pelejas mas continuo cantando a canção dos partisans no lado B da resistência
Demorasse a tua mão um pouco mais sobre o meu ombro e me nasceriam asas
O homem por sobre quem caiu a praga Da tristeza do Mundo, o homem que é triste Para todos os séculos existe

prosa

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um filete de melancolia sangra um sol que nasce cansado, um sol filtrado por olhos saturados, uns olhos aturdidos por aquela enganosa promessa de conforto, agora não podemos mais duvidar da eloquência dessa paralisia, helena: pequenos seixos miram nossas testas e
O conto não é um romance encurtado. É uma explosão de sentido, uma gota de água que reflete o oceano. Neste guia, você mergulha na essência da narrativa concisa: teoria fundamentada, citações exatas de autores clássicos, análises críticas verificadas e exercícios de oficina literária.
Mordi a isca. Caminhando pelas calçadas do Gonzaga, em Santos, tarde-noite de uma terça-feira, antes de comer o pastel da japonesa, fui à Martins Fontes, …
Há livros que se apresentam como território, outros como travessia. Satori na laje, de Edson Cruz (EditoRia, 2025), é os dois: chão e horizonte, cimento e constelação.
Em uma terra banhada pelo Índico, vive uma mulher chamada Moçalinda. O “Moça” de seu nome é uma homenagem a
Mocambique nos últimos tempos a população está enfrentando grandes desafios quase em todas as suas comunidades sobre a maneira de vida em que a sociedade vive desde longínqua data da independência
Os livros de autoajuda dividem opiniões há décadas. Para uns, são ferramentas poderosas de transformação pessoal…
Sem personalismo, Marina encarna o que nos resta de mobilização holística, acima dos sectarismos. Gaia só une! A nós, homens partidos num chão dilacerado.
Em 16 de maio de 2025 faleceu a cantora lírica brasileira Maria Lúcia Godoy. Ela se especializou em cantar músicas do compositor brasileiro Villa-Lobos e ficou famosa por sua gravação das Bachianas brasileiras n° 5 desse autor. Participou dos filmes “Os senhores da terra” (1970), de Paulo Thiago…
Tinha 30 anos quando decidiu: a partir de hoje nunca mais lavarei a cabeça. Passou o pente devagar nos cabelos, pela última vez molhados.
Neste livro de pequenas histórias, Edmir Carvalho Bezerra costura realismo mágico, memória afetiva e encantamento com a linguagem poética das contações amazônicas.
Aqui na aldeia, só eu e minha mãe lebramos que o Ararepó ainda exite. Ela sempre fala – Kainã! não vai visitar Ararepó de mão abanando! Ararepó tá muito velho! não dá mais conta de arrancar uma macaxeira ou flechar um peixe!

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divulgação

Pouco antes de morrer, em 1977, Clarice Lispector decide se afastar da inflexão intimista que caracteriza sua escrita para desafiar a realidade. O resultado desse salto na extroversão é A hora da estrela, o livro mais surpreendente que escreveu.
O que pode a poesia diante do tempo e da memória? O que pode a poesia diante do espanto da Vida de uma vida e do Tempo de todos os tempos que sempre nos encontra em algum lugar anywhere out of the world?

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Em Pssica, que na gíria regional quer dizer ‘azar’, ‘maldição’, a narrativa se desdobra em torno do tráfico de mulheres. Uma adolescente é raptada no centro de Belém do Pará e vendida como escrava branca para casas de show e prostituição em Caiena.
Um casal apaixonado. Uma intrusa. Três mentes doentias. Agora em uma edição especial de colecionador com capítulo extra inédito, conheça o thriller de estreia de Colleen Hoover, que se tornou um fenômeno editorial e best-seller mundial.
Editora Rocco relançou toda a sua obra com novo projeto gráfico, posfácios e capas que trazem recortes de pinturas da própria autora
Considerado o livro do ano, que virou febre no TikTok e sozinho já acumulou mais de um milhão de exemplares vendidos no Brasil.
A Biblioteca da Meia-Noite é um romance incrível que fala dos infinitos rumos que a vida pode tomar e da busca incessante pelo rumo certo.
Imagine parar por alguns instantes e desfrutar de um momento diário com alguém que te ama e tem a resposta para todas as tuas aflições.